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IDENTIDADE, TRADIÇÃO E CULTURA NOS PÉS: AS SANDÁLIAS DE COURO FEITAS POR ADILSON E ANTÔNIO

Postado por Kelly Arruda em

Entre martelos, alicates, tesouras, moldes, máquinas de costura e outros utensílios que tomam conta do ateliê, nasce um produto que podemos considerar um símbolo do povo nordestino: as sandálias de couro.
Mas existe um estilo dessas sandálias que têm um toque especial, com referências que vêm de um lugar que fica do outro lado do oceano: a cidade de Roma, na Itália. São as sandálias tipo romana, muito famosas mundo afora, principalmente as que conhecemos como “gladiadoras”.
Em Belo Jardim, município do Agreste pernambucano, uma dupla faz sucesso na produção destas sandálias. É na casa de número 69 que as ideias dos irmãos Adilson e Antônio, mais conhecidos na cidade como “irmaõs galindo”, afloram diante de uma paixão que passou por gerações. Dar continuidade ao trabalho deixado como herança pelos avós é uma responsabilidade que segue viva desde 1987.
Com mais de trinta anos fazendo uso do couro como renda familiar, os irmãos
destacam o trabalho como algo difícil de fazer, que precisa de muita atenção, mas no final das contas é prazeroso. No início, seus avós se dedicavam à criação de outro estilo de calçado. Mas, como chegaram à especialidade das sandálias tipo romana? Adilson conta que iniciaram a confecção após sugestão de um amigo. Os irmãos já demonstravam certo interesse pelo perfil das sandálias, então decidiram dar o pontapé inicial. Com uma rotina de trabalho que se adequa à demanda, Adilson explica que as vendas vão além do Estado de Pernambuco. Muitos compradores são de São Paulo, Rio de Janeiro - que afirma ser o local com os melhores clientes -  e até mesmo de fora do país. Certa vez, uma turista norte-americana comprou uma quantidade de trezentos pares de sandálias!
Feitas de couro conhecido como atanado, material natural e menos nocivo ao meio ambiente pelo seu processo de fabricação, as sandálias têm no solado o mesmo material usado para produção de pneus, que os irmãos consideram muito mais durável. O colorido das sandálias é o diferencial que faz o produto ter personalidade, assim como originalidade para quem a adquire.
Tradição, simplicidade e leveza nos pés, é um trabalho carregado de representatividade e totalmente artesanal, feito com carinho sem abrir mão da qualidade, da beleza e do conforto. E beleza elas têm muito, da mesma maneira como todo processo de produção é feito, porque vem das mãos de pessoas que são motivadas pelo amor ao que fazem, que prezam pela história, prática, costume, memória e bem-estar do cliente. Artesanato forte de Pernambuco para o mundo, com detalhes que fortalecem a cultura local. Viva!

Gostou do perfil das sandálias? Peça a sua aqui: Coleção Romana 
Você também pode visitar a nossa loja e fazer um passeio por um dos lugares mais bonitos do Brasil: Alto da Sé, em Olinda!
Rua Bispo Coutinho, 814 - Olinda/PE

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Entre martelos, alicates, tesouras, moldes, máquinas de costura e outros utensílios que tomam conta do ateliê, nasce um produto que podemos considerar um símbolo do povo nordestino: as sandálias de couro.
Mas existe um estilo dessas sandálias que têm um toque especial, com referências que vêm de um lugar que fica do outro lado do oceano: a cidade de Roma, na Itália. São as sandálias tipo romana, muito famosas mundo afora, principalmente as que conhecemos como “gladiadoras”.
Em Belo Jardim, município do Agreste pernambucano, uma dupla faz sucesso na produção destas sandálias. É na casa de número 69 que as ideias dos irmãos Adilson e Antônio, mais conhecidos na cidade como “irmaõs galindo”, afloram diante de uma paixão que passou por gerações. Dar continuidade ao trabalho deixado como herança pelos avós é uma responsabilidade que segue viva desde 1987.
Com mais de trinta anos fazendo uso do couro como renda familiar, os irmãos
destacam o trabalho como algo difícil de fazer, que precisa de muita atenção, mas no final das contas é prazeroso. No início, seus avós se dedicavam à criação de outro estilo de calçado. Mas, como chegaram à especialidade das sandálias tipo romana? Adilson conta que iniciaram a confecção após sugestão de um amigo. Os irmãos já demonstravam certo interesse pelo perfil das sandálias, então decidiram dar o pontapé inicial. Com uma rotina de trabalho que se adequa à demanda, Adilson explica que as vendas vão além do Estado de Pernambuco. Muitos compradores são de São Paulo, Rio de Janeiro - que afirma ser o local com os melhores clientes -  e até mesmo de fora do país. Certa vez, uma turista norte-americana comprou uma quantidade de trezentos pares de sandálias!
Feitas de couro conhecido como atanado, material natural e menos nocivo ao meio ambiente pelo seu processo de fabricação, as sandálias têm no solado o mesmo material usado para produção de pneus, que os irmãos consideram muito mais durável. O colorido das sandálias é o diferencial que faz o produto ter personalidade, assim como originalidade para quem a adquire.
Tradição, simplicidade e leveza nos pés, é um trabalho carregado de representatividade e totalmente artesanal, feito com carinho sem abrir mão da qualidade, da beleza e do conforto. E beleza elas têm muito, da mesma maneira como todo processo de produção é feito, porque vem das mãos de pessoas que são motivadas pelo amor ao que fazem, que prezam pela história, prática, costume, memória e bem-estar do cliente. Artesanato forte de Pernambuco para o mundo, com detalhes que fortalecem a cultura local. Viva!

Gostou do perfil das sandálias? Peça a sua aqui: Coleção Romana 
Você também pode visitar a nossa loja e fazer um passeio por um dos lugares mais bonitos do Brasil: Alto da Sé, em Olinda!
Rua Bispo Coutinho, 814 - Olinda/PE

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MESTRE ELIAS E SUAS BELAS ESCULTURAS

Postado por Juliana Coimbra em

 

Basta olhar o trabalho de Mestre Elias José para já perceber que a sua grande inspiração é um dos momentos mais especiais da vida de uma mulher: quando ela se torna mãe. ‘Tive mais contato com mulheres grávidas quando trabalhei em uma Maternidade. Eu era auxiliar de serviços gerais, mas quando precisava, até ajudar grávida a subir na maca na hora do parto eu ajudei lá. Foi um momento que eu pude observar mais de perto as mulheres grávidas e é desse período que nasceu a ideia de esculpir gestantes. Eu via as mulheres com aquele barrigão já perto de ter o bebê, e também tive a oportunidade de ver o carinho e cuidado que as mães demonstravam quando pegavam os seus bebês nos braços’, explica o artesão que traduz a emoção em arte . Super orgulhoso do seu trabalho, ele afirma que a maior conquista que o artesanato lhe trouxe na vida foi proporcionar educação para os seus dois filhos. ‘Hoje minha filha é formada em enfermagem e o meu filho está na faculdade cursando medicina, daqui a seis anos devemos ter um médico na família’, relata, com satisfação, Mestre Elias.

 

Mas nem sempre as mães foram a inspiração do artista. No começo, ele produzia mais esculturas com animais como cavalo e carro de bois e até algumas peças com um toque surrealista. A história dele com artesanato começou há 30 anos quando um colega o apresentou ao ofício. No entanto, levou algum tempo para Elias perceber que podia se dedicar integralmente ao seu trabalho manual. Começando aos poucos, no início da sua trajetória, ele só exercia a atividade nas horas vagas e não vendia o que produzia. ‘A minha história com trabalho manual começou nos anos 80 e só depois de alguns anos de prática foi que eu percebi que podia viver do que entalhava. Foi aí que decidi me dedicar exclusivamente à arte’, explica Mestre Elias.

 

 

Natural de Paudalho (PE), ele aprendeu o ofício na Paraíba, estado em que reside até hoje e cria as suas peças. Ao longo da sua trajetória, o artesão tem verdadeiro fascínio pelo processo de produção. Faz tudo, inclusive ele mesmo que compra a Madeira que vem do sertão do Cariri. E ao passo que a peça vai se desenvolvendo e o chão do ateliê fica repleto de lascas de madeira, o brilho no olho do artesão vai aumentando ao observar a peça criando forma.

 

 

‘Eu gosto demais do que eu faço. Já pensei até em parar, mas não consigo. É muito bom pegar um pedaço de madeira in Natura, lavrar ela, e ver ela virar uma escultura. E depois, ela pronta, as pessoas elogiando. Isso traz uma força para sempre criar e pensar esculturas de mães diferentes. Eu já fiz mulher gestante, grávida de gêmeos, com o filho nos braços, e de vários outros jeitos’ detalha. E é assim que Mestre Elias vai compartilhando a sua arte que tem fonte de inspiração inesgotável: o amor das mães pelos filhos.

 

 

 

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MESTRE ELIAS E SUAS BELAS ESCULTURAS

Postado por Juliana Coimbra em

 

Basta olhar o trabalho de Mestre Elias José para já perceber que a sua grande inspiração é um dos momentos mais especiais da vida de uma mulher: quando ela se torna mãe. ‘Tive mais contato com mulheres grávidas quando trabalhei em uma Maternidade. Eu era auxiliar de serviços gerais, mas quando precisava, até ajudar grávida a subir na maca na hora do parto eu ajudei lá. Foi um momento que eu pude observar mais de perto as mulheres grávidas e é desse período que nasceu a ideia de esculpir gestantes. Eu via as mulheres com aquele barrigão já perto de ter o bebê, e também tive a oportunidade de ver o carinho e cuidado que as mães demonstravam quando pegavam os seus bebês nos braços’, explica o artesão que traduz a emoção em arte . Super orgulhoso do seu trabalho, ele afirma que a maior conquista que o artesanato lhe trouxe na vida foi proporcionar educação para os seus dois filhos. ‘Hoje minha filha é formada em enfermagem e o meu filho está na faculdade cursando medicina, daqui a seis anos devemos ter um médico na família’, relata, com satisfação, Mestre Elias.

 

Mas nem sempre as mães foram a inspiração do artista. No começo, ele produzia mais esculturas com animais como cavalo e carro de bois e até algumas peças com um toque surrealista. A história dele com artesanato começou há 30 anos quando um colega o apresentou ao ofício. No entanto, levou algum tempo para Elias perceber que podia se dedicar integralmente ao seu trabalho manual. Começando aos poucos, no início da sua trajetória, ele só exercia a atividade nas horas vagas e não vendia o que produzia. ‘A minha história com trabalho manual começou nos anos 80 e só depois de alguns anos de prática foi que eu percebi que podia viver do que entalhava. Foi aí que decidi me dedicar exclusivamente à arte’, explica Mestre Elias.

 

 

Natural de Paudalho (PE), ele aprendeu o ofício na Paraíba, estado em que reside até hoje e cria as suas peças. Ao longo da sua trajetória, o artesão tem verdadeiro fascínio pelo processo de produção. Faz tudo, inclusive ele mesmo que compra a Madeira que vem do sertão do Cariri. E ao passo que a peça vai se desenvolvendo e o chão do ateliê fica repleto de lascas de madeira, o brilho no olho do artesão vai aumentando ao observar a peça criando forma.

 

 

‘Eu gosto demais do que eu faço. Já pensei até em parar, mas não consigo. É muito bom pegar um pedaço de madeira in Natura, lavrar ela, e ver ela virar uma escultura. E depois, ela pronta, as pessoas elogiando. Isso traz uma força para sempre criar e pensar esculturas de mães diferentes. Eu já fiz mulher gestante, grávida de gêmeos, com o filho nos braços, e de vários outros jeitos’ detalha. E é assim que Mestre Elias vai compartilhando a sua arte que tem fonte de inspiração inesgotável: o amor das mães pelos filhos.

 

 

 

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OLINDA ARTE & BEER

Postado por Thais Lima em

Do Alto da Sé é possível ver o Recife e, claro, a própria cidade de Olinda com suas casinhas charmosas que acompanham o sobe e desce das ladeiras.

Em épocas como o carnaval é possível ver a cidade efervecendo ao som do frevo e dos batuques do maracatu, blocos navegando no mar de gente que tem energia pra pular o carnaval inteiro.
Porém, quando o carnaval acaba, Olinda continua a receber pessoas de todos os lugares para conhecer a cidade e o seu rico artesanato.
Pensando nisso, a cervejaria Seis Punhos realizou no dia 08 de Dezembro, junto com a Artes do Imaginário Brasileiro, o Olinda Arte & Beer, que foi regado a muita música pela voz e violão de Dimitria, muita cerveja Seis Punhos e comidinhas perfeitas para harmonizar com a bebida. :)
Confere só nas imagens abaixo, captadas pela nossa fotógrafa Thais Lima: 
1ª edição do Olinda Arte & Beer, na Artes do Imaginário Brasileiro em Olinda.
A cerveja da @seispunhos originalmente olindense não deixou ninguém com sede.
Tarde mais que agradável curtindo o som arretado de @dimitrialins
 
Hmmmm... e aquela empadinha da @empadinhasbeer feita especialmente com cerveja? Delícia! 
Não podemos esquecer da linguiça artesanal que todos amaram e cai super bem com uma cerva, né? 
Foi um encontro cheio de sorrisos, comida, música boa e uma cervejinha gelada! Esperamos você na próxima ;)
 

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OLINDA ARTE & BEER

Postado por Thais Lima em

Do Alto da Sé é possível ver o Recife e, claro, a própria cidade de Olinda com suas casinhas charmosas que acompanham o sobe e desce das ladeiras.

Em épocas como o carnaval é possível ver a cidade efervecendo ao som do frevo e dos batuques do maracatu, blocos navegando no mar de gente que tem energia pra pular o carnaval inteiro.
Porém, quando o carnaval acaba, Olinda continua a receber pessoas de todos os lugares para conhecer a cidade e o seu rico artesanato.
Pensando nisso, a cervejaria Seis Punhos realizou no dia 08 de Dezembro, junto com a Artes do Imaginário Brasileiro, o Olinda Arte & Beer, que foi regado a muita música pela voz e violão de Dimitria, muita cerveja Seis Punhos e comidinhas perfeitas para harmonizar com a bebida. :)
Confere só nas imagens abaixo, captadas pela nossa fotógrafa Thais Lima: 
1ª edição do Olinda Arte & Beer, na Artes do Imaginário Brasileiro em Olinda.
A cerveja da @seispunhos originalmente olindense não deixou ninguém com sede.
Tarde mais que agradável curtindo o som arretado de @dimitrialins
 
Hmmmm... e aquela empadinha da @empadinhasbeer feita especialmente com cerveja? Delícia! 
Não podemos esquecer da linguiça artesanal que todos amaram e cai super bem com uma cerva, né? 
Foi um encontro cheio de sorrisos, comida, música boa e uma cervejinha gelada! Esperamos você na próxima ;)
 

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OS 10 MELHORES PONTOS TURISTICOS DE OLINDA - GUIA

Postado por Guilherme Guimaraes em

Em homenagem ao aniversário de 481 de Olinda, preparamos um guia para você que vem visitar a cidade que é patrimônio histórico e cultural da humanidade. 

O guia tem uma lista com 10 pontos turísticos que você não pode deixar de conhecer quando vier por aqui. Vir até Olinda e não conhecê-los, é fazer um passeio pela metade. :)

A melhor parte é que o download do Guia é gratuido. Basta clicar aqui, deixar seu nome e e-mail que o guia com "Os dez melhores pontos turísticos de Olinda" será seu. 

 

Guia de Olinda

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OS 10 MELHORES PONTOS TURISTICOS DE OLINDA - GUIA

Postado por Guilherme Guimaraes em

Em homenagem ao aniversário de 481 de Olinda, preparamos um guia para você que vem visitar a cidade que é patrimônio histórico e cultural da humanidade. 

O guia tem uma lista com 10 pontos turísticos que você não pode deixar de conhecer quando vier por aqui. Vir até Olinda e não conhecê-los, é fazer um passeio pela metade. :)

A melhor parte é que o download do Guia é gratuido. Basta clicar aqui, deixar seu nome e e-mail que o guia com "Os dez melhores pontos turísticos de Olinda" será seu. 

 

Guia de Olinda

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FERNANDO VIANA: CALÇADOS FEITOS COM A MÃO E O CORAÇÃO

Postado por Guilherme Guimaraes em

Fizemos uma visita a Fernando Viana, para entender como a sua coleção de calçados é criada e como eles conseguem ser tão lindos. 

Da entrada do atelier, pouco poderíamos imaginar o que iríamos encontrar ao passar pela pequena porta de metal que guarda o local. Um muro cinza escondia o universo de cores e formas que o couro ganha lá dentro. 

Saímos de lá encantados com o que vimos e trouxemos um pouco da visita e das histórias que conhecemos lá para vocês. Apreciem!

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FERNANDO VIANA: CALÇADOS FEITOS COM A MÃO E O CORAÇÃO

Postado por Guilherme Guimaraes em

Fizemos uma visita a Fernando Viana, para entender como a sua coleção de calçados é criada e como eles conseguem ser tão lindos. 

Da entrada do atelier, pouco poderíamos imaginar o que iríamos encontrar ao passar pela pequena porta de metal que guarda o local. Um muro cinza escondia o universo de cores e formas que o couro ganha lá dentro. 

Saímos de lá encantados com o que vimos e trouxemos um pouco da visita e das histórias que conhecemos lá para vocês. Apreciem!

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